Sr. Oscar

Patton – Melhor filme em 1970

Canal : Sr. Oscar em 19.nov, 2009

Olá cinenautas, hoje vamos falar sobre o filme vencedor de 7 oscars incluindo melhor filme e de melhor ator para George C. Scott. Com roteiro de Francis Ford Coppola, Patton é um filme de guerra diferente. Primeiro por ter seu foco no general Patton tendo a 2ª guerra mundial como pano de fundo e segundo pela excelente fotografia, bastante colorida.
O filme não é exatamente um show para os amantes de filmes de guerra, mas é uma biografia muito bem escrita e dirigida de um general cuja coragem, inteligência e competência eram inegáveis porém com uma personalidade fortemente incontrolável.
São cerca de 2:50 de um belo filme. Nele podemos observar aspectos políticos e estratégicos pouco revelados em outros filmes do gênero. Os diálogos e a interpretação brilhante de George C. Scott são os pontos fortes do filme. Apesar de longo (após 1:40 de filme há um intervalo) o filme não é cansativo e consegue prender a atenção.
Para os que esperam um filme recheado de cenas de ação, tiroteios etc este definitivamente não é a melhor opção. É um filme com ritmo mais lento, porém com diálogos muito bem elaborados. Vale a pena conferir, Patton revelou-se um bom entretenimento, um filme pra assistir saboreando, sem pressa.

pattonOlá cinenautas, hoje vamos falar sobre o filme vencedor de 7 oscars incluindo melhor filme e de melhor ator para George C. Scott. Com roteiro de Francis Ford Coppola, Patton é um filme de guerra diferente. Primeiro por ter seu foco no general Patton tendo a 2ª guerra mundial como pano de fundo e segundo pela excelente fotografia, bastante colorida.

O filme não é exatamente um show para os amantes de filmes de guerra, mas é uma biografia muito bem escrita e dirigida de um general cuja coragem, inteligência e competência eram inegáveis porém com uma personalidade fortemente incontrolável.

São cerca de 2:50 de um belo filme. Nele podemos observar aspectos políticos e estratégicos pouco revelados em outros filmes do gênero. Os diálogos e a interpretação brilhante de George C. Scott são os pontos fortes do filme. Apesar de longo (após 1:40 de filme há um intervalo) o filme não é cansativo e consegue prender a atenção.

Para os que esperam um filme recheado de cenas de ação, tiroteios etc este definitivamente não é a melhor opção. É um filme com ritmo mais lento, porém com diálogos muito bem elaborados. Vale a pena conferir, Patton revelou-se um bom entretenimento, um filme pra assistir saboreando, sem pressa.

Marcelo Guedes – Equipe Cinema na Web

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Casablanca – Melhor filme em 1943

Canal : Sr. Oscar em 30.set, 2009

Olá amigos cinenautas.
Hoje nosso papo é sobre o melhor filme romântico de todos os tempos. Casablanca. Este filme permanece na cabeça de todos que o assistiram, é quase uma unanimidade. Sem efeitos especiais ou qualquer outro adorno desnecessário, Casablanca é marcado pela excelência técnica de diretores, e atores.
Pra começar, o filme é um show de fotografia em preto e branco. O cenário (ou locação no caso) é um espetáculo a parte. A direção de Michael Curtiz (veja mais em http://www.imdb.com/name/nm0002031/) é muito bem segura, a trilha….. Inesquecível.
E as estrelas? O que falar de Bogart e Bergman? Provavelmente tudo seria redundante. Bonitos, charmosos, brilhantes? Não dá, não tenho nada de novo pra acrescentar.
Mas, vamos à sinopse oficial.
“A cidade de Casablanca, então localizada no Marrocos governado pela França de Vichy, era o penúltimo ponto na rota à América. Os refugiados que ali residiam necessitavam de um visto (Letter of transit) para Portugal, e apenas em Lisboa embarcariam em um navio para o Novo Mundo. E um dos locais de encontro era o bar Rick´s. Seu dono, Rick Blaine, é um homem que tenta não se envolver com a política, pois seu estabelecimento é freqüentado por todos os tipos de clientes, como nazistas, aliados e ladrões, entre outros. Rick também é amigo do corrupto Capitão Renault.
Um dia um major alemão vai a Casablanca em busca de um ladrão que havia roubado duas letter of transit. O casal que necessitava destes documentos para sua fuga à América era Ilsa Lund e Victor Lazlo, importante líder da resistência tcheca.
Rick e Ilsa se encontram e relembram o passado que tiveram juntos. Na tela, a música imortal deste relacionamento (As time goes by) é interpretada por Sam”
O filme tem os ingredientes que fazem as histórias de amor inesquecíveis. É quase uma receita de bolo. Um roteiro consistente, uma direção segura, uma trilha inesquecível (As Time Goes By), excelentes atores, uma paixão, uma aventura, sofrimento (sim, os grandes filmes de amor tem como pitada especial sofrimento) e a abnegação do amor pelo bem estar do amado (clichê, eu sei, mas no filme…). Tudo isso faz com que Casablanca seja um filme vencedor, atual e eterno.
Vou abrir mão de escolher cenas, falar do que gosto do que não gosto ou qualquer outro aspecto. Quero hoje apenas fazê-los recordar do grande filme (para os que já assistiram é claro) e despertar a vontade de assistir para os que ainda não puderam.
E ainda se esquecermos de tudo isso, é uma linda história de amor.
Recomendadíssimo. E não se surpreenda se volta e meia este filme lhe vier no pensamento e começar a cantarolar ”You must remember, this, A kiss is just a kiss, a sigh is just a sigh. The fundamental things apply As time goes by).
Obrigado e até a próxima.

casablancaOlá amigos cinenautas.

Hoje nosso papo é sobre o melhor filme romântico de todos os tempos. Casablanca, vencedor de 3 oscar sendo o de melhor filme em 1943. Este filme permanece na cabeça de todos que o assistiram, é quase uma unanimidade. Sem efeitos especiais ou qualquer outro adorno desnecessário, Casablanca é marcado pela excelência técnica de diretores, e atores.

Pra começar, o filme é um show de fotografia em preto e branco. O cenário (ou locação no caso) é um espetáculo a parte. A direção de Michael Curtiz (veja mais em http://www.imdb.com/name/nm0002031/) é muito bem segura, a trilha….. Inesquecível.

E as estrelas? O que falar de Bogart e Bergman? Provavelmente tudo seria redundante. Bonitos, charmosos, brilhantes? Não dá, não tenho nada de novo pra acrescentar.

Mas, vamos à sinopse oficial.
“A cidade de Casablanca, então localizada no Marrocos governado pela França de Vichy, era o penúltimo ponto na rota à América. Os refugiados que ali residiam necessitavam de um visto (Letter of transit) para Portugal, e apenas em Lisboa embarcariam em um navio para o Novo Mundo. E um dos locais de encontro era o bar Rick´s. Seu dono, Rick Blaine, é um homem que tenta não se envolver com a política, pois seu estabelecimento é freqüentado por todos os tipos de clientes, como nazistas, aliados e ladrões, entre outros. Rick também é amigo do corrupto Capitão Renault.

Um dia um major alemão vai a Casablanca em busca de um ladrão que havia roubado duas letter of transit. O casal que necessitava destes documentos para sua fuga à América era Ilsa Lund e Victor Lazlo, importante líder da resistência tcheca.

Rick e Ilsa se encontram e relembram o passado que tiveram juntos. Na tela, a música imortal deste relacionamento (As time goes by) é interpretada por Sam”

O filme tem os ingredientes que fazem as histórias de amor inesquecíveis. É quase uma receita de bolo. Um roteiro consistente, uma direção segura, uma trilha inesquecível (As Time Goes By), excelentes atores, uma paixão, uma aventura, sofrimento (sim, os grandes filmes de amor tem como pitada especial sofrimento) e a abnegação do amor pelo bem estar do amado (clichê, eu sei, mas no filme…). Tudo isso faz com que Casablanca seja um filme vencedor, atual e eterno.

Vou abrir mão de escolher cenas, falar do que gosto do que não gosto ou qualquer outro aspecto. Quero hoje apenas fazê-los recordar do grande filme (para os que já assistiram é claro) e despertar a vontade de assistir para os que ainda não puderam.

E ainda se esquecermos de tudo isso, é uma linda história de amor.

Recomendadíssimo. E não se surpreenda se volta e meia este filme lhe vier no pensamento e começar a cantarolar ”You must remember, this, A kiss is just a kiss, a sigh is just a sigh. The fundamental things apply As time goes by).

Marcelo Guedes – Equipe Cinema na Web

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Vencedores do Oscar

Canal : Sr. Oscar em 24.set, 2009

Olá amigos cinenautas.

Hoje iniciamos mais uma pauta sobre cinema, dessa vez, sobre os filmes vencedores do Oscar na categoria melhor filme. Não nos prenderemos apenas a apresentá-los simplesmente, mas deixar para vocês nossas impressões, e a medida do possível nossos sentimentos em relação ao filme em destaque.

E para iniciar, escolhemos dois filmes que têm como características em comum o fato de, além do Oscar de melhor filme, ter dado a Dustin chance de levar pra casa as estatuetas de melhor ator.

Já sabem de quais filmes estamos falando? Ok, vamos dar uma chance. O primeiro é uma produção de 1979 e a outra é de 1988.

Marcelo Guedes – Equipe Cinema na Web

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Kramer VS Kramer – Melhor filme em 1980

Canal : Sr. Oscar em 24.set, 2009

kramervskramerVencedor do Oscar de melhor filme em 1980 (produzido em 1979), Kramer VS Kramer, este é um filme campeão, levou cinco estatuetas pra casa naquele ano.

“Para Ted Kramer, o trabalho vem antes da família e Joanna, sua mulher, descontente com a situação, sai de casa, deixando Billy, o filho do casal, com o pai. Ted então tem que se preocupar com o menino, dividindo-se entre o trabalho, o cuidado com o filho e as tarefas domésticas. Quando consegue ajustar a estas novas responsabilidades, Joanna reaparece exigindo a guarda da criança. Ted porém se recusa e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia de Billy.” (sinopse oficial)

Para muitos, Kramer VS Kramer é um filme água com açúcar e ter recebido o prêmio de melhor filme no lugar de Apocalypse Now, uma aberração. No entanto, particularmente, acho um filme belíssimo. A história é muito bem amarrada e muitíssimo bem construída. Em cada cena do filme pode-se perceber a gangorra emocional vivida pelo Ted Kramer na sua busca de reequilibrar sua vida e construir um relacionamento com seu filho Billy.

As cenas que mostram este reequilíbrio são inesquecíveis, destacando quando pai e filho se desculpam, lindamente representada na tela. É tocante, a admissão de culpa do pai e seu pedido de desculpas são emocionantes. Esta é pra mim, a cena vencedora. Para o filme, pro enredo, as cenas do tribunal e seu final com a mudança de atitude e postura da Joanna é fundamental, e nelas descobrimos que o filme é verdadeiramente especial.

Não existem frustrações (e alguns o criticam por isso, por ser muito bem amarradinho e não surpreender) no final apresentado, na verdade, de certa forma, torcemos por aquele final. Torcemos pelo sucesso da relação entre pai e filho. Se você nunca assistiu a este filme, corra agora pra uma locadora.

Além de contar no elenco com Dustin Hoffman (Oscar de melhor Ator) e Maryl Streep (Oscar de melhor atriz coadjuvante) destaca-se o pequeno Billy, vivido por Justin Henry ( Indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, na verdade, o mais jovem ator a ser indicado ao Oscar), que apesar da idade (8 anos) é uma atração muitíssimo especial neste filme (para saber mais … http://www.imdb.com/name/nm0377888/ …)

Marcelo Guedes – Equipe Cinema na Web

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RainMan – Vencedor do Oscar de 1989

Canal : Sr. Oscar em 24.set, 2009

rainmanO filme é RainMan Vencedor do Oscar de 1989. O filme é quase uma unanimidade. Seus concorrentes na época não tinham a menor chance. Neste filme também, Dustin Hoffman leva pra casa sua segunda estatueta de melhor ator com uma atuação brilhante.

Vamos a sinopse oficial do filme …
“Conta a história de Charlie Babbitt, um jovem que viaja a um hospital psiquiátrico para tentar descobrir quem é o beneficiário da fortuna que seu pai deixara ao falecer, já que para Charlie ele deixara apenas rosas premiadas e um carro. Ao chegar ao hospital, Charlie descobre que o beneficiário é Raymond, um irmão mais velho autista de quem nunca ouvira falar. Para garantir o dinheiro da herança, Charles se aproxima de Raymond, disposto a brigar judicialmente pela guarda legal do irmão. Os dois então viajam pelo país, conhecendo-se e aprendendo a conviver, e passando por inúmeras dificuldades. Aos poucos, o laço entre os dois irmãos ganha força e o dinheiro deixa de ser importante.”

O filme é brilhante, Tom Cruise trabalha muito bem o seu papel e dá força ao personagem do Dustin Hoffman. Aqui também percebe-se na estrutura do filme a construção de uma relação, dessa vez entre irmãos. Só que ao contrário do Kramer VS Kramer, esta relação surge inesperadamente, o filme nos conduz de forma muito inteligente nessa construção. Dustin cria um personagem não caricato (armadilha inerente aos personagens deste tipo) e bastante convincente (uma ressalva, dos filmes que pude assistir com personagens com essas características são, para mim, brilhantes: Raymond (Dustin Hoffman) Sam (Sean Penn) e Forrest (Tom Hanks)).

Este sem dúvidas é outro filme imperdível. Particularmente esperava um final diferente. Não que o final tenha sido ruim ou que tenha estragado o filme, mas nos envolvemos de forma tão presente na vida desses dois irmãos, que de certa forma, torcia por outro final.

Marcelo Guedes – Equipe Cinema na Web

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