Percy Jackson & the Olympians

Canal : Cinema Falado em 15.mar, 2010

lightningOlá pessoal estamos de volta depois de um longo período de férias.

Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief ( Percy Jackson e os Ladrões do Olimpo ) filme extraído do primeiro livro da série, escrito por Rick Riordan e levado as telonas pelo director Chris Columbus, o diretor dos dois primeiros filmes de Harry Potter, diga-se de passagem os melhores ( os fãns vão me martar).

Bem para mim me deu a impressão de ter sido uma Harry Potter (com lentes de contacto) na Grécia antiga, rss… como aventura faz o género da molecada que gosta desse tipo de filme infanto, onde sabemos o começo meio e fim, por ser tão comum acho até que devamos cogitar um melhor fim para o filme, mas tudo bem como dizem: será uma continuação.

Apenas espero que não sigam a mesma fórmula de Harry, cada novo filme vai ficando pior.
Para quem gosta dos Deuses do Olimpo é uma pequena boa aula para  identificar alguns, no mas, o que achei mais interessante foi o uso da nova logo animanda da 20th Century Fox no começo do filme.

João Paulo
Equipe Cinema na Web

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Entre a Luz e a Sombra – Novas datas

Canal : Dicas em 27.nov, 2009

Olá Cinenautas,

Novas datas para Entre Luz e a Sombra.
Em SP e BH continuará no dia 27/11, já no RJ a estreia será dia 04/12.

Abraços a todos,

Luiz Carrera – Equipe Cinema na Web

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Patton – Melhor filme em 1970

Canal : Sr. Oscar em 19.nov, 2009

Olá cinenautas, hoje vamos falar sobre o filme vencedor de 7 oscars incluindo melhor filme e de melhor ator para George C. Scott. Com roteiro de Francis Ford Coppola, Patton é um filme de guerra diferente. Primeiro por ter seu foco no general Patton tendo a 2ª guerra mundial como pano de fundo e segundo pela excelente fotografia, bastante colorida.
O filme não é exatamente um show para os amantes de filmes de guerra, mas é uma biografia muito bem escrita e dirigida de um general cuja coragem, inteligência e competência eram inegáveis porém com uma personalidade fortemente incontrolável.
São cerca de 2:50 de um belo filme. Nele podemos observar aspectos políticos e estratégicos pouco revelados em outros filmes do gênero. Os diálogos e a interpretação brilhante de George C. Scott são os pontos fortes do filme. Apesar de longo (após 1:40 de filme há um intervalo) o filme não é cansativo e consegue prender a atenção.
Para os que esperam um filme recheado de cenas de ação, tiroteios etc este definitivamente não é a melhor opção. É um filme com ritmo mais lento, porém com diálogos muito bem elaborados. Vale a pena conferir, Patton revelou-se um bom entretenimento, um filme pra assistir saboreando, sem pressa.

pattonOlá cinenautas, hoje vamos falar sobre o filme vencedor de 7 oscars incluindo melhor filme e de melhor ator para George C. Scott. Com roteiro de Francis Ford Coppola, Patton é um filme de guerra diferente. Primeiro por ter seu foco no general Patton tendo a 2ª guerra mundial como pano de fundo e segundo pela excelente fotografia, bastante colorida.

O filme não é exatamente um show para os amantes de filmes de guerra, mas é uma biografia muito bem escrita e dirigida de um general cuja coragem, inteligência e competência eram inegáveis porém com uma personalidade fortemente incontrolável.

São cerca de 2:50 de um belo filme. Nele podemos observar aspectos políticos e estratégicos pouco revelados em outros filmes do gênero. Os diálogos e a interpretação brilhante de George C. Scott são os pontos fortes do filme. Apesar de longo (após 1:40 de filme há um intervalo) o filme não é cansativo e consegue prender a atenção.

Para os que esperam um filme recheado de cenas de ação, tiroteios etc este definitivamente não é a melhor opção. É um filme com ritmo mais lento, porém com diálogos muito bem elaborados. Vale a pena conferir, Patton revelou-se um bom entretenimento, um filme pra assistir saboreando, sem pressa.

Marcelo Guedes – Equipe Cinema na Web

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Entre a Luz e a Sombra

Canal : Dicas em 17.nov, 2009

Três destinos que se cruzam no maior presídio da América Latina. Uma câmera que acompanha esta história por sete anos. Um Brasil que se revela entre o encanto e o desencanto humano.

SINOPSE (resumida): O documentário investiga a violência e a natureza humana a partir da história de uma atriz que dedica sua vida para humanizar o sistema carcerário, da dupla de rap 509-E formada por Dexter e Afro-X dentro do Carandiru e de um juiz que acredita em um meio de ressocialização mais digno para os encarcerados. Durante sete anos, a partir do ano 2000,  o documentário acompanha a vida destes personagens.

Documentário : 150min.
Direção e Câmera : Luciana Burlamaqui

UM BRASIL QUE SE REVELA ENTRE O ENCANTO E O DESENCANTO HUMANO
Direção e Câmera
Luciana Burlamaq

O filme estreia no dia 27/11, em cinemas do RJ, SP e BH.

Dica enviada por: Marcelo G. Coelho da bcultural (www.bcultural.com.br).

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Tinha que Ser você.

Canal : Cinema Falado em 14.nov, 2009

tinhaqueservoceJá passou pela sensação de estar de diante de um filme e só pela sinopse saber tudo exatamente o que vai acontecer, como vai terminar aquela história ?

Lembra daquela voz interior dizendo “não pegue este filme, não vale a pena” ?
Sabe quando uma história é previsível, água com açúcar e não tem motivos pra arriscar assisti-la ?
Pois é, o filme Tinha que ser você é tudo isso e um pouco mais. A história neste caso é tão irrelevante que nem vou transcrever a sinopse. O filme é tão previsível que nem vou comentar. A minha voz interior também me avisou pra não alugar esse filme.

Só tem um, ou melhor, dois detalhes. Emma Thomspon e Dustin Hoffman.
Esse, caros amigos cinenautas, então é um estranho filme que tinha tudo pra dar errado, ser chato, água com açúcar você nunca na vida sequer pensar em alugar … mas que vale a pena assistir. Os dois protagonistas roubam o filme, ou melhor, são o filme. Eles são o melhor motivo para assisti-lo. Portanto, se você nunca assistiu um filme somente pelos atores, faça-o com Tinha que ser você.

È sério, você poderá ver como se salva um filme ruim com uma história fraca.

Marcelo Guedes – Equipe Cinema na Web

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Evocando Espíritos – The Haunting In Connecticut

Canal : Cinema Falado em 14.nov, 2009

haunting_in_connecticutOlá amigos cinenautas, hoje trago para vocês o comentário sobre 92 minutos de sustos e bons arrepios, com o filme Evocando Espíritos (The Haunting In Connecticut), do diretor Peter Cornwell, filme de 2009.

Um filme de tirar o fôlego, com as típicas cenas de sustos. Para completar o filme é baseado em uma história real acontecida em Connecticut. Apesar de o filme ser de 2009, a história está ambientada em 1987, data do acontecimento real.

O filme está centrado em Matthew Campbell jovem, portador de um câncer e a busca de sua família por um tratamento para o garoto em um hospital referência. Essa busca acaba levando-os a alugar uma casa com um passado macabro que ao longo do filme vai se revelando, e pasmem, nos arrepia de cima a baixo. A casa era uma espécie de centro espírita onde ocorriam seções conduzidas por um médico meio louco que explora um menino que possui mediunidade ao extremo sem se preocupar com as conseqüências que estão por vir. Um belo filme de terror, que para o amigo cinenauta fã deste estilo não pode deixar de ver.

João Ferreira – Equipe Cinema na Web

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Appaloosa – 2008

Canal : Cinema Falado em 13.nov, 2009

Uma cidadezinha apavorada por um bando de fora da lei, está é Appaloosa. O filme, que foi produzido em 2008, é o que trago para vocês hoje amigos cinenautas.
Pois bem, na minha infância lia muito as revistinhas de T-Rex, sempre fui um apaixonado por Western e aqui está um belo filme, que me pega de surpresa, pois o último que me tirou o fôlego foi o Tombstone (recomendo também para quem não viu).
O filme e a clássica história da cidade apavorada por bandidos, onde a população da classe alta, criadores, prefeito e bancários temem perder a direção da cidade. Eis que aparecem dois caçadores de recompensa, o Virgil Cole (Ed Harris) e o Everett Hitch (Vigo Mortensen), ambos com brilhante atuação, para por ordem em tudo, e prender o grande vilão da trama o Randall Bragg papel do ator Jeremy Irons. Ai vocês já podem imaginar o bang-bang geral.
Muito bom filme, dirigido, atuado e escrito por Ed Harris com 115 minutos do mais clássico Western, sem esquecer da magnífica calibre 8 de dois canos de Everett Hitch.

appaloosaUma cidadezinha apavorada por um bando de fora da lei, está é Appaloosa. O filme, que foi produzido em 2008, é o que trago para vocês hoje amigos cinenautas.

Pois bem, na minha infância lia muito as revistinhas de T-Rex, sempre fui um apaixonado por Western e Appaloosa é um belo filme, que me pegou de surpresa, pois o último que me tirou o fôlego foi o Tombstone (recomendo também para quem não viu).

O filme e a clássica história da cidade apavorada por bandidos, onde a população da classe alta, criadores, prefeito e bancários temem perder a direção da cidade. Eis que aparecem dois caçadores de recompensa, o Virgil Cole (Ed Harris) e o Everett Hitch (Vigo Mortensen), ambos com brilhante atuação, para por ordem em tudo, e prender o grande vilão da trama o Randall Bragg papel do ator Jeremy Irons. Ai vocês já podem imaginar o bang-bang geral.

Muito bom filme, dirigido, atuado e escrito por Ed Harris com 115 minutos do mais clássico Western, sem esquecer da magnífica calibre 8 de dois canos de Everett Hitch.

João Ferreira – Equipe Cinema na Web
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Contato – de 1997

Canal : Cinema Falado em 11.nov, 2009

O vazio do espaço é cortado pelo áudio de uma transmissão televisiva. “Fazemos compras e surfamos na web. Mas, ao mesmo tempo nos sentimos mais vazios… mais sós e isolados uns dos outros, do que em qualquer outra época. Tornamo-nos uma sociedade artificial…” 
Em terra, em um silencioso e frio deserto, deitada no capô de seu carro e com o notebook ao lado, uma mulher se prepara para mais uma longa noite de vigília. Duas teclas são pressionadas, ao fundo vinte e sete antenas gigantes começam um longo movimento sincronizado de rotação. Ouvimos um pequeno zumbido acompanhado por uma leve estática, o rosto da mulher com olhos fechados agora em close – fones nos ouvidos; sua respiração começa ficar audível… não, espere, acho que é o pulsar do sangue em suas veias… não, não, acho que me enganei, parece que o coração dela que pulsa, ouvimos o sangue sendo bombeado por suas veias… não, não, espere… me enganei novamente… é estática, pulsante, metálica, cadenciada, martelando… cada vez mais alto, forte… o som da descoberta; segundos passam até que seus olhos se abrem, incrédula; tentamos ouvir o coração, abafado, disparado, adrenalina correndo no sangue, o gosto de cobre na boca… o sabor da descoberta; “Puta merda!!!” Fechando seu notebook e com um walk talk na mão, entra no carro e sai em disparada gritando coordenadas para seus companheiros de trabalho… o carro cada vez mais veloz, Ellie com os olhos na estrada, voz de comando para a base, e seus sonhos muito perto, muito perto.
O que fez Ellie explodir dessa maneira? O que nos move dessa maneira? Da descoberta do fogo ao pisar na Lua. Qual motivação? Qual o combustível? O que nos faz levantar de nossas camas todos os dias? Sonhos? talvez. Dinheiro? bem provável. Obrigação? uma droga, mas uma verdade. Sem opções? nem pensar, sempre temos opções. Programados e robotizados? uma verdade.
Tenho medo todos os dias que acordo, fico alguns segundo olhando para o teto branco, esperando. Uma resposta; minha resposta, meu “combustível”. Tenho medo de um dia não encontrá-lo, estaria perdido, para sempre.
Ellie percorreu seu caminho, dia após dia, em busca de sua resposta. Não importava o que teria que enfrentar. Perdas dos entes mais queridos. Formação árdua no MIT. Corte de verbas no trabalho. Um mentor de caráter duvidoso. Preconceito dos amigos. O amor por um religioso. Jogo de poder. Um milionário maluco. Quem sabe até a morte. Mas no final, sentada dentro de sua esfera blindada, se lança, sem medo de encontro a seu objetivo. “Estou pronta.”

Tudo ocorreu em um piscar de olhos, para uns. Para Ellie, 18 horas. Pouco importa se foram segundos ou horas. O importante foi sua aventura, sua trajetória seus passos, mesmo que apresados impulsionados pela combustão explosiva de nossos desejos. “Small moves, Ellie. Small moves.”
Onde o encontramos? Esse “combustível” mágico. Talvez ele já exista esperando apenas uma fagulha para que a explosão se inicie, rápida, veloz como a luz; uma sensação mágica, embriagante e viciante que poucos conhecem. Ellie nossa pequena Spark, desde menina… “Aqui fala W9GFO. Câmbio.” – apenas estática – ”Vou precisar de uma antena maior.” … sabe muito bem disso.

contactO vazio do espaço é cortado pelo áudio de uma transmissão televisiva. “Fazemos compras e surfamos na web. Mas, ao mesmo tempo nos sentimos mais vazios… mais sós e isolados uns dos outros, do que em qualquer outra época. Tornamo-nos uma sociedade artificial…

Em terra, em um silencioso e frio deserto, deitada no capô de seu carro e com o notebook ao lado, uma mulher se prepara para mais uma longa noite de vigília. Duas teclas são pressionadas, ao fundo vinte e sete antenas gigantes começam um longo movimento sincronizado de rotação. Ouvimos um pequeno zumbido acompanhado por uma leve estática - agora em close, o rosto da mulher com olhos fechados e com fones nos ouvidos –  sua respiração começa ficar audível… não, espere, acho que é o pulsar do sangue em suas veias… não, não, acho que me enganei, parece que o coração dela que pulsa, ouvimos o sangue sendo bombeado por suas veias… não, não, espere… me enganei novamente… é estática, pulsante, metálica, cadenciada, martelando… cada vez mais alto, forte; segundos passam até que seus olhos se abrem, incrédula; tentamos ouvir o seu coração, abafado, disparado, adrenalina correndo no sangue, o gosto de cobre na boca; “Puta merda!!!” Fechando seu notebook e com um walk talk na mão, entra no carro e sai em disparada gritando coordenadas para seus companheiros de trabalho… o carro cada vez mais veloz, Ellie com os olhos na estrada, voz de comando para a base, e seus sonhos muito perto, muito perto.

O que fez Ellie explodir dessa maneira? O que nos move? Qual motivação? Qual o combustível? O que nos faz levantar de nossas camas todos os dias? Sonhos? talvez. Dinheiro? bem provável. Obrigação? uma droga, mas uma verdade. Sem opções? nem pensar, sempre temos opções. Programados e robotizados? uma verdade.

Tenho medo todos os dias que acordo, fico alguns segundo olhando para o teto branco, esperando. Uma resposta; minha resposta, meu “combustível”. Tenho medo de um dia não encontrá-lo, estaria perdido, para sempre.
Ellie percorreu seu caminho, dia após dia, em busca de sua resposta. Não importava o que teria que enfrentar. Perdas dos entes mais queridos. Formação árdua no MIT. Corte de verbas no trabalho. Um mentor de caráter duvidoso. Preconceito dos amigos. O amor por um religioso. Jogo de poder. Um milionário maluco. Quem sabe até a morte. Mas no final, sentada dentro de sua esfera blindada, se lança, sem medo, de encontro a seu objetivo. “Estou pronta.”

Tudo ocorreu em um piscar de olhos, para uns. Para Ellie, 18 horas. Pouco importa se foram segundos ou horas. O importante foi sua aventura, sua trajetória, seus passos, mesmo que apresados e impulsionados pela combustão explosiva de seus desejos. “Small moves, Ellie. Small moves.”

Onde o encontramos? Esse “combustível” mágico. Talvez ele já exista esperando apenas uma fagulha para que a explosão se inicie, rápida, veloz como a luz; uma sensação mágica, embriagante e viciante que poucos conhecem. Ellie nossa pequena Spark… “Aqui fala W9GFO. Câmbio.” – apenas estática – ”Vou precisar de uma antena maior.” … sabe muito bem disso.

Abraços a todos,

Luiz Carrera – Equipe Cinema na Web

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CineFRASE – Lina Wertmüller

Canal : Curtas em 11.nov, 2009

“No cinema americano, drogado de tantos efeitos especiais e violência, pode-se colocar a metade de um filme em outro filme qualquer e ninguém vai perceber. É tudo igual.”

Lina Wertmüller

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